Desenha a nave,
desdenha o navio,
desarma a bomba,
adentra e explode.
Sem arranhão,
cabeça de letras,
de sonhos
e de metralhadoras,
atira em peito próprio.
A taça,
arma mortal,
seduz a garrafa
e bailam.
Ele se basta!
E crava
o punhal
na palavra.
terça-feira, 7 de outubro de 2008
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Um comentário:
A nave seduz a realidade,
adentra a cabeça de letras,
e nela crava o sonho.
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